No contexto atual de um mercado globalizado, em que as organizações estão em constante mutação, os processos precisam ser remodelados constantente. Fatores como a escassez de recursos e a competitividade levaram as organizações a refletir o papel do homem e sua capacidade de mudar o ambiente em que está inserido a partir de sua motivação. O homem tem sido considerado um fator potencial e ativo que tem a capacidade de condicionar à lucratividade, mesmo quando as incertezas de mercado assustam as organizações.
O individuo têm sido estudado, não apenas como nas teorias clássicas (Henri Fayol) e cientificas (Taylor) que o considerava apenas sua capacidade de produzir bens e serviços. A gestão da remuneração veio ao longo do tempo ganhando força, quando ao estudar o homem e fatores relacionados à produtividade organizacional, notou-se que, segundo o teórico Maslow, o homem possuía uma cadeia de interesses e/ ou necessidades, que ele buscava suprir e cada vez que supria um determinado item dessa cadeia, uma nova necessidade surgia. Ou seja, o homem é um ser dotado de necessidades e aspirações e visualizar suas necessidades buscando de algum modo suprir poderia ser uma atividade ideal para a sua motivação nas organizações, o que levaria a uma maior produtividade.
Partindo desses pressupostos, que surge a remuneração estratégica, que tem a função de adequar os planos de cargos e salários e favorecer o desenvolvimento de competências, a satisfação no trabalho, a atração de profissionais qualificados, baseado nas metas organizacionais.
O conceito de remuneração evoluiu de sua antiga significação, suas atribuições ultrapassam a simbologia de um incentivo ou de uma troca entre o valor monetário e o serviço prestado, representando também uma atividade que se caracteriza pela busca de satisfazer, de premiar os funcionários tendo como estratégia principal atrair e manter profissionais qualificados e motivados no corpo organizacional.
Referências:
ROBBINS, Stephen Paul. Comportamento Organizacional – São Paulo: Prentice Hall, 2002.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas – Rio de Janeiro: Campus, 1999.
Disponível em <http://www.mte.gov.br/sal_min/t09.pdf> acesso em 30/09/09.
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