quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O Mercado Offshore

A idéia é trazer um pouco sobre essa atividade que ainda não é muito conhecida, mas que representa uma carreira promissora no Brasil com o crescente mercado de Petróleo e Gás.


Com o desenvolvimento do setor de petróleo, surge também a necessidade de profissionais dispostos a exercer sua função em plataformas em alto mar, atividade conhecida como Offshore.

A atividade não se restringe a técnicos e engenheiros da área de petróleo e gás, como também a todos os profissionais indispensáveis para que haja a segurança e a vida em alto mar (enfermeiros do trabalho, técnicos de enfermagem do trabalho, técnico em segurança do trabalho, cozinheiro, entre outros).
É uma atividade regida por legislações específicas, conforme Amorim, Et AL (p. 258):

”[...]Lei 5.811/72, (regimes especiais de turnos ininterruptos de revezamento e de sobreaviso);a NR 30, (condições de segurança e saúde dos trabalhadores aquaviários), e a NR 32, (medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde); Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação de Mar Aberto (NORMAM-01); Portaria 72/2009, que altera a NORMAM-01, e operação segura, com tripulação de segurança; e ainda, "estabelece a obrigatoriedade da presença do profissional de enfermagem na Seção de Saúde de unidades marítimas [...]".

A escala de trabalho é de 14 dias ininterruptos em alto mar, com folga de 14 dias. Representa um setor cada vez mais promissor e perfil profissional exigido com capacitação específica, como registro no conselho de classe, inglês fluente. Tem como vantagem a boa remuneração e a folga prolongada e desvantagens por ser um trabalho de caráter confinado, ambiente restrito, trabalho arriscado, entre outros.

Os riscos no ambiente de trabalho foram destacados conforme KNAUTH, D. ; LEAL, O. (p. 124) “[...] estão relacionados a quatro aspectos:

1) condições meteorológicas e de marés (‘mau tempo’ e ‘condições do mar’);
2) problemas de relacionamento entre os membros da equipe (comandante, desunião, confinamento com pessoas que não conhecem);
3) comportamentos inadequados por parte de algum tripulante (preguiça, falta de atenção, relaxamento, falta de higiene)
 4) pouca experiência na atividade“.

O relacionamento interpessoal tem relevância significativa para amenizar o choque causado pela diminuição do contato familiar e afastamento por longo período.

Referências:

KNAUTH, D. ; LEAL, O. RISCOS EM ALTO MAR:concepções e práticas sobre segurança no trabalhado offshore.  Revista de Ciências Sociais, n. 37, Outubro de 2012, p. 115-127.

MORIM, Guilherme Henrique; GUEDES, Marco Aurélio de Souza; GUEDES, Carolina Cristina Pereira e AGUIAR, Beatriz Gerbassi Costa. Enfermeiro embarcado em plataforma petrolífera: um relato de experiência offshore. Enferm. [online]. Vol.22, n.1, pp. 257-265, 2013.

ORTIZ NETO, José Benedito and SHIMA, Walter Tadahiro.Trajetórias tecnológicas no segmento offshore: ambiente e oportunidades.Rev. econ. contemp. [online]. Vol.12, n.2, pp. 301-332, 2008.



sábado, 4 de maio de 2013

Qualquer um pode ser GESTOR?

Gerenciar é obter resultados através de pessoas, porém ainda tem muitos gestores despreparados. Existem empresas que tem como critério de escolha para líder uma pessoa que transmite confiança, mas é preciso mais para ser um gestor com efetividade.
A complexidade em lidar com pessoas está no fato de que cada um possui diferentes pontos de vistas e reações, não é uma tarefa simples e conduzi-las a exercer sua função em detrimento de metas da empresa requer do líder uma habilidade especial em conquistar profissionalmente o colaborador. Mas, como é a conquista profissional?
A magia do relacionamento em que o líder é visado com respeito pelos liderados, mas que também exala respeito para com eles. É uma troca constante, uma parceria. Muitos líderes despreparados não sabem separar o poder que tem do poder que exercem. Como assim?
O líder é dotado de poderes sobre os liderados, tem informações privilegiadas de alguns procedimentos, acessos exclusivos, pode tomar decisões intrínsecas de sua função. A execução desse poder pode ser desencadeada de diversas formas, dependendo de diversos fatores que o cerca, entre eles a preparação do profissional em lidar com a equipe. O poder deve ser exercido em detrimento do objetivo do líder porém de modo que seja atendido pela equipe e para isso o líder precisa ter carisma e responsabilidade, caso contrário pode gerar desestímulo, absenteísmo, clima tenso, diminuição da produtividade, perda de talentos, entre outros.

O trabalho do líder é crucial para determinar um ou outro comportamento. Não são poucas as empresas em que os líderes agem como se as pessoas fossem máquinas em cima de sua produtividade e agilidade. Muitos conceitos ainda tem ficado no âmbito acadêmico, nos conceitos apresentados pelos teóricos, quando o interesse estão apenas nas metas da empresa e é ignorado que o funcionário é um ser humano, dotado de necessidades que estão além das necessidades fisiológicas, conforme abordado pela Teoria da Motivação Humana, a escala de Maslow aborda conforme ordem de importância, que o ser humano busca além do salário que supre suas necessidades primeiramente fisiológicas, mas também é importante para sua motivação a sua segurança, a associação com pessoas, os vínculos de amizade, a estima e a auto realização.
A liderança é uma arte e é preciso que o líder esteja apto a vivenciar sua função inovando a cada dia, se reciclando e buscando ser o padrão essencial para desencadear um feedback positivo de seus liderados.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

COACHING, o que é?

O coaching é um treinamento contínuo, o processo de equipar as pessoas com as ferramentas, o conhecimento e as oportunidades de que precisam para se desenvolver e se tornar mais efetivas e eficazes. A palavra coaching em português significa treinador, treinar no intuito de instruir a carreira profissional, ou seja o coaching é um treinador capacitado para desenvolvimento de carreira profissional.

"Coaching é a carreira que mais cresce no mundo e no Brasil vive o seu auge. O mercado é carente desse profissional que é especialista em transformar sonhos em realidades, em atingir metas e superar desafios! Imagine uma carreira onde você é seu próprio chefe, onde você faz seus horários, onde o seu desenvolvimento pessoal e profissional é contínuo e principalmente onde ajudar e transformar pessoas é sua missão. Essa é a vida de um Coach, através de ferramentas específicas ajudar pessoas a construírem seu futuro.
Os números do Coaching no Brasil crescem vertiginosamente. Segundo a revista Time & Business News, a demanda nos Estados Unidos é tão alta que o Coach cobra de 600 a 2.000 dólares por sessão. O Mercado de Coaching geral cresceu 18% no ano passado e movimentou mais de 2,5 bilhões de dólares. Se você optar hoje por tornar se tornar Coach ainda terá um diferencial competitivo único e estará se introduzindo em um mercado relativamente novo e com franca expansão no Brasil."

terça-feira, 26 de julho de 2011

Motivação e a Remuneração Estratégica




No contexto atual de um mercado globalizado, em que as organizações estão em constante mutação, os processos precisam ser remodelados constantente. Fatores como a escassez de recursos e a competitividade levaram as organizações a refletir o papel do homem e sua capacidade de mudar o ambiente em que está inserido a partir de sua motivação. O homem tem sido considerado um fator potencial e ativo que tem a capacidade de condicionar à lucratividade, mesmo quando as incertezas de mercado assustam as organizações.
O individuo têm sido estudado, não apenas como nas teorias clássicas (Henri Fayol) e cientificas (Taylor) que o considerava apenas sua capacidade de produzir bens e serviços. A gestão da remuneração veio ao longo do tempo ganhando força, quando ao estudar o homem e fatores relacionados à produtividade organizacional, notou-se que, segundo o teórico Maslow, o homem possuía uma cadeia de interesses e/ ou necessidades, que ele buscava suprir e cada vez que supria um determinado item dessa cadeia, uma nova necessidade surgia. Ou seja, o homem é um ser dotado de necessidades e aspirações e visualizar suas necessidades buscando de algum modo suprir poderia ser uma atividade ideal para a sua motivação nas organizações, o que levaria a uma maior produtividade.
Partindo desses pressupostos, que surge a remuneração estratégica, que tem a função de adequar os planos de cargos e salários e favorecer o desenvolvimento de competências, a satisfação no trabalho, a atração de profissionais qualificados, baseado nas metas organizacionais.
O conceito de remuneração evoluiu de sua antiga significação, suas atribuições ultrapassam a simbologia de um incentivo ou de uma troca entre o valor monetário e o serviço prestado, representando também uma atividade que se caracteriza pela busca de satisfazer, de premiar os funcionários tendo como estratégia principal atrair e manter profissionais qualificados e motivados no corpo organizacional.

Referências:

ROBBINS, Stephen Paul. Comportamento Organizacional – São Paulo: Prentice Hall, 2002.
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas – Rio de Janeiro: Campus, 1999.
Disponível em <http://www.mte.gov.br/sal_min/t09.pdf> acesso em 30/09/09.

sábado, 25 de junho de 2011

CARREIRA:


 Errar na escolha do curso e da instituição pode comprometer a carreira


No momento de escolher a profissão muitos jovens ficam em dúvidas sobre qual carreira seguir. Dentre os motivos para se escolher qual carreira seguir, muitos jovens optam pela corrente que seus familiares seguiram, pela motivação gerada ao longo dos anos e pelo comodismo, principalmente se a família possui negócio próprio.
Para aqueles que não se identificam com a carreira dos familiares, cabe escolher a área de estudos que mais lhe convier ou proporcionar prazer. A escolha da carreira é uma decisão que será levada para a vida toda e deve ser realizada com muita cautela. Um profissional frustrado não exercerá a sua função com a veracidade devida e em algum momento se arrependerá de não ter seguido a profissão dos sonhos. É uma cena comum os jovens mudarem de curso diversas vezes por não se identificarem com a área de estudos, porém isso representa perda de tempo e investimento. O ideal é analisar bem antes de seguir uma determinada carreira, seguem pontos relevantes que devem ser levados em consideração.

Construindo Alternativas:

*      Fundamentar suas escolhas em muita informação sobre a carreira, sobre o mercado: Tão importante quanto estudar sobre o que se identifica é saber como está o mercado para profissionais de determinado ramo, analisando quais ameaças e quais oportunidades poderão encontrar;

*      Não se basear somente pelo retorno financeiro: O retorno financeiro é sem dúvidas o fator relevante na escolha da carreira, porém deve haver um equilíbrio entre o retorno financeiro e a afinidade com a área.


Após a escolha convicta da área a se qualificar, deve-se levar em consideração a Instituição conforme certificação do MEC e visibilidade que possui no mercado. Errar na escolha da Faculdade também pode comprometer a carreira profissional.

Dicas:

*      Cursos que não possuem a certificação do MEC, não são interessantes para investimento;

*      A modalidade de ensino deve ser analisada, pois nem todas são bem aceitas pelo mercado;

*      A visibilidade da Instituição para o mercado: Há muitas Faculdades que possuem parceiras com empresas e outras instituições o que favorece a inserção do profissional no mercado.

Por fim...

Além dessas escolhas, para ser competitivo o jovem deve buscar o diferencial, aprendendo novas línguas, conhecendo novas culturas, desenvolvendo habilidades, capacidades e competências que o torne indispensável para a organização. Sucesso é focar no desenvolvimento profissional, estar prevenido para as inovações do mercado e trabalhar com prazer.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Empregabilidade em Feira de Santana



Feira de Santana é a 45ª cidade no país que mais gerou emprego durante o mês de abril. O dado foi divulgado esta semana pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que mensalmente realiza um levantamento acerca da geração de postos de trabalho e demissão em todos os municípios do país. Levando-se em conta o saldo de vagas, calculado pela diferença entre contratações e demissões, Feira de Santana alcançou a marca de 1.000 novos empregos gerados para a população. Ao todo, 3.342 pessoas foram demitidas e outras 4.342 ganharam uma nova oportunidade de trabalho.
De acordo com o ranking do mês de abril, Feira de Santana é a única cidade do interior do nordeste que aparece na listagem dos 50 municípios que mais geraram vagas reais de trabalho neste período. Ao lado dela, aparecem apenas as capitais nordestinas: Salvador, Fortaleza, Recife, Aracaju e João Pessoa.
 Feira de Santana tem atualmente 556.642 habitantes, segundo atualização do Censo 2010.  O resultado foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ainda segundo o Censo,  a cidade Princesa é o 33º município brasileiro e tem mais habitantes que o Estado de Roraima (451.227 pessoas). Além de 18 capitais, está atrás de oito cidades de São Paulo. O Censo revelou que Feira é o primeiro município da Bahia, depois da capital,  Salvador e o segundo  do Norte e Nordeste,  afora as capitais. É também o  14º município não-capital de Estado mais populoso.

 ASPECTOS ECONÔMICOS:

 Feira de Santana com tamanha diversificação de negócios incorporou nas últimas três décadas, uma importância econômica que age como pólo gravitacional na confluência da produção e distribuição de bens e serviços, transformando-se num eixo básico da região, expandindo suas atividades às áreas do recôncavo, do semi-árido baiano, atingindo outros Estados da Federação.
            Portadora de uma economia diversificada, Feira de Santana é uma cidade de atração demográfica, de geração de emprego, renda e de grandes oportunidades de negócios, em todos os setores de atividades econômicas. Sendo o terceiro maior arrecadador de ICMS do Estado da Bahia com R$ 504.903.870 em 2010. PIB per capita/ano de R$ 9.005,24 e PIB total de 5.263.533 mil a preços correntes em 2008.


INDÚSTRIA:
            O Centro Industrial de Subaé tem espaços dotados de toda infraestrutura básica, Incentivos fiscais e facilidades de acesso ao crédito, em ramos como química, material elétrico e de transportes, eletrodomésticos, bebidas, alimentos, vestuário, calçados e artefatos de tecidos, metalurgia, papel, papelão e embalagem.
            Estão instaladas no centro industrial empresas do porte: Pneus Pirelli, Cervejaria Kaiser, Frigorífico Avipal/Perdigão, Química Geral do Nordeste, Brasfrut Frutos do Brasil, Nestlé, Yazaki Autoparts do Brasil, Belgo Bekaert Arames, Brasquímica Lubrificantes, Klabin, Rigesa, Savon, Adinor Aditivos, Labovet Produtos Veterinários, Primor Agropecuária do Nordeste etc.
Conforme dados da relação anual de informações sociais (RAIS) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTe) de 2009 existiam no mercado formal (estabelecimentos constituídos juridicamente) 1.161 unidades fabris instaladas no município, espalhadas pelo tecido urbano da cidade e no Centro Industrial de Subaé (CIS) nos dois núcleos: Tomba e BR - 324, gerando 18.894 empregos diretos e mais de 59 mil empregos indiretos.

 COMÉRCIO:
            É o seguimento de maior importância econômica da estrutura produtiva municipal em geração de emprego e de renda. Segundo a RAIS de 2009 existiam 4.871 estabelecimentos, sendo 81,4% varejista e 18,6% atacadista, gerando 30.380 empregos diretos e mais de 91 mil indiretos.
Detro da estrutura econômica do setor, a cidade conta com o shopping Boulevard (ex Iguatemi) com 86 mil metros quadrados de área, gerando mais de 6 mil empregos diretos e indiretos, divididos em mais de 130 lojas: hipermercado Bom Preço; Mcdonald's, C&A, Lojas Americanas, Marisa, Riachuelo, Insinuante etc. e quatro salas de cinema Multiplex.
Outro equipamento importante dentro da estrutura econômica comercial da cidade, o Centro de Abastecimento de Feira de Santana (CAF), autarquia ligada à Prefeitura Municipal, concentra comerciantes de carnes, cereais, artesanatos e hortifrutigranjeiros, varejistas e atacadistas, exerce papel importante na cotação e regulação de preços e no abastecimento da macrorregião, reunindo 2.162 comerciantes, gerando mais de 7 mil empregos diretos e indiretos.
            Nos últimos anos, surgiu na estrutura econômica da cidade um novo centro de comercialização de produtos importados, denominado Feiraguai, reunindo cerca de 600 comerciantes de produtos importados de outros países, que abastece a macrorregião de influência da cidade, gerando mais de 1.800 empregos diretos e indiretos, segundo a associação dos vendedores do Feiraguai.

SERVIÇOS:
            O segmento de serviços vem se fortalecendo como mais uma vocação para o município, com o surgimento de inúmeras empresas. Segundo a RAIS de 2009 foram contabilizadas 2.578 empresas no mercado formal (empresas constituídas juridicamente), gerando 33.231 empregos diretos e 95 mil indiretos. Dentro do seguimento destacamos os ramos de assistência médico-sanitaria, educação, transporte, assessorias: contábil, empresarial, telecomunicações, informática, engenharia, imobiliária, assim como modernos hotéis, bons restaurantes, agências de viagens e empresas de segurança. 

Na Bahia...
            Entre os setores de atividade econômica que mais geraram empregos em 2010 estão: Serviços (52,4 mil); Comércio (31 mil) e Construção Civil (28,7 mil). Em termos relativos, a Construção Civil apresentou a maior variação (23%) seguida pela Indústria de transformação (9,5%). O destaque negativo foi o setor Extrativa mineral, com variação de -19,4%, o equivalente a 3,1 mil empregos a menos em relação a 2009.
            O crescimento do emprego se deu com mais intensidade para trabalhadores com ensino médio completo (108 mil) e ensino superior completo (14 mil). Estes números equivalem a 77,3% e 10% do total de empregos formais gerados em 2010. Considerando também os trabalhadores de ensino superior incompleto, 89% dos postos formais de trabalho gerados em 2010 foram ocupados por trabalhadores com pelo menos o ensino médio completo.

Conclusão:
Atualmente a cidade segue o rumo do progresso em todos os aspectos, através da atração de novas industrias, crescimento do comércio, ampliação do shopping Boulevard, crescimento da construção civil, entre outros. O nível de empregabilidade tem alcançado níveis extraordináriose propoe-se a crescer. Há também a melhoria nos salários, pois os fatores que condicionam ao crescimento das oportunidades de emprego também proporcionam a competitividade. Cada vez mais as empresas tem se mantido com vantagens competitivas para reter os talentos.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Felicidade no trabalho -

Um aspecto que gera qualidade de vida e motivação




Como qualquer área da vida de uma pessoa, estar realizado no trabalho conduz a qualidade de vida e conseqüentemente à motivação. Para se estar realmente realizado no trabalho seguem alguns pontos que são primordiais:

1.      Avaliar perfil profissional: se identificar com a área e com a função que está exercendo é sem dúvidas, indispensável para o sucesso no trabalho. Trabalha-se com a leveza, com o constante aprendizado e aprimoramento das capacidades, o individuo que não se identifica ou que trabalha somente pelo retorno financeiro proporcionado, encontrará em algum instante a frustração profissional.

2.      Avaliar desempenho profissional: Constantemente é preciso que o profissional se avalie em todos os aspectos, sejam eles comportamentais, psicológicos ou emocionais, avaliar e propor melhorias condiciona ao remodelamento constante, tornando o profissional flexível e consciente de suas limitações.

3.      Avaliar a Organização: Primeiramente a empresa onde trabalha precisa ser exemplar. Dificilmente haverá um profissional motivado em uma organização que nada propõe ao mesmo. A responsabilidade motivacional das organizações tem se difundido mais veemente por ser comprovado o seu valor no desenvolvimento do profissional que trabalha mais energeticamente. Quando se admira a organização, os esforços são recíprocos, o profissional e a organização se doam e obtêm o retorno esperado.

Opinião sobre o Fala RH!